Descobriu e não sabe se fica ou se vai
Se houve traição no seu relacionamento — descoberta agora ou há meses — a terapia de casal ajuda vocês a decidir com clareza e a reconstruir a confiança, se for essa a escolha.
Tempo de vídeo : 3 minutos...
Marcar agoraMensagens reais de pessoas atendidas. Alguns reconstruíram o casamento, outros escolheram sair — e os dois caminhos são resultado.






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Utilizando a Psicologia clínica e fundamentos da psicanálise e análise Junguiana, trabalhamos as raízes do conflito para uma mudança de atitude e fortalecimento do vínculo afetivo.
Indicada para quem descobriu há pouco tempo e ainda está no meio da tempestade. Já na primeira sessão identificamos o que aconteceu no relacionamento, o que ainda dá para reconstruir e quais decisões não devem ser tomadas agora.
Protocolo estruturado com acompanhamento semanal para reconstruir a confiança: encerrar de vez o que ficou aberto, atravessar a fase das perguntas e refazer o acordo do casal. É o caminho de quem decidiu tentar.
Para quem está sozinho nessa decisão — porque o outro não quer vir, ou porque a dúvida ainda é sua. Trabalhamos a clareza para decidir, inclusive sobre continuar ou não, e a reconstrução da autoestima depois da traição.
Parar o sangramento: regras claras de convivência, encerrar de forma verificável o contato com a terceira pessoa e organizar as perguntas para que não aconteçam todas de madrugada. Aqui ninguém decide nada definitivo.
A parte mais desconfortável: o que estava acontecendo no casamento e em quem traiu para que aquilo virasse possível. Não é procurar culpa em quem foi traído — é a diferença entre “aconteceu” e “sei como não acontece de novo”.
Confiança volta por comportamento repetido, não por promessa. Aqui se constrói o acordo novo do casal e se volta a tratar do que estava esquecido antes de tudo — inclusive a vida sexual, que costuma ser a última a voltar.
O assunto deixa de ser o centro do casamento. Ainda aparece em data marcada, em música. Mas para de organizar a vida de vocês — e é comum o casal dizer que a relação ficou melhor do que era antes.
Três coisas decidem se dá para reconstruir: quem traiu assumir sem terceirizar a culpa, o contato com a terceira pessoa acabar de verdade, e quem foi traído poder perguntar até não precisar mais. Faltando uma, o casal fica anos na mesma briga.
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Mais de 2.000 casais atendidos em mais de 14 países
@psi.karinnebruno
Psicóloga Clínica
Sobrevive, e com mais frequência do que se imagina. O que determina não é o tamanho da traição, e sim se quem traiu assume o que fez sem transferir a responsabilidade, se o contato com a terceira pessoa realmente terminou e se quem foi traído tem espaço para perguntar até não precisar mais. Faltando um desses três, o casal costuma ficar preso na mesma briga por anos.
Entre seis meses e dois anos para a maioria dos casais, com trabalho consistente. A dor aguda costuma baixar entre o terceiro e o quarto mês. Confiança não volta por promessa: volta por comportamento previsível repetido muitas vezes.
Detalhes que respondem o que aquilo significou ajudam: há quanto tempo durava, se houve mentira organizada, se havia sentimento. Detalhes sexuais específicos não ajudam — viram imagem fixa e voltam involuntariamente por meses. Pergunte o que precisa para entender, não o que vai usar para se punir.
Dá para começar. Quando uma pessoa muda de posição dentro da relação, a relação inteira se reorganiza — e é comum que o outro entre depois de algumas semanas, ao ver que a terapia não é um tribunal.
A dor de quem descobre costuma ser a mesma, e às vezes maior, porque envolve conversa, intimidade e escolha repetida ao longo de semanas. Do ponto de vista da reconstrução o processo é o mesmo: assumir, encerrar o contato, permitir as perguntas.
Por chamada de vídeo, com sessões de cerca de 50 minutos, atendendo o Brasil inteiro e brasileiros no exterior. Na fase de crise o indicado costuma ser semanal. Vocês podem estar na mesma sala ou em lugares diferentes.
Também é resultado. Parte dos casais que chega depois de uma traição escolhe se separar — e sai da terapia com a decisão tomada com clareza, sem culpa e, quando há filhos, com uma convivência possível. A terapia não existe para salvar o casamento a qualquer custo.
Seja a pessoa que deu o primeiro passo. Me conta em que ponto vocês estão — eu leio e respondo.
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