Terapia de Casal
antes da Separação

Quando um já saiu de casa — ou está de saída

Se alguém aí já falou em separação, ainda existe um caminho antes do fim. A terapia de casal ajuda a entender o que quebrou, o que ainda dá para restaurar — e a decidir com clareza, em vez de decidir no meio de uma briga.

Tempo de vídeo : 3 minutos...

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Se você chegou até aqui

é provável que seja uma destas

São as frases que mais aparecem em quem procura terapia nesse momento. Não precisa saber explicar o que aconteceu — quase ninguém sabe, no começo.

“Saiu de casa e eu não sei se volta.”

A casa se esvaziou antes de qualquer conversa acontecer. Enquanto ninguém nomeia o que houve, cada dia longe vira mais um argumento para não voltar.

“Estamos separados há meses e eu quero voltar.”

Querer voltar não é fraqueza nem falta de dignidade. Mas voltar para o mesmo arranjo que quebrou dura poucas semanas — é preciso voltar para uma relação diferente.

“Já tentei de tudo. Essa é a última tentativa.”

Quase sempre “tudo” foi tentado sozinho, na base do esforço e da insistência. Tentar junto, com método e com alguém de fora segurando a conversa, ainda não entrou na conta.

“Não sei mais se vale a pena insistir.”

Essa dúvida não se resolve pensando mais. Ela se resolve descobrindo se ainda existe vínculo por baixo do desgaste — e isso aparece em poucas sessões.

“Eu quero restaurar meu casamento, mas só eu quero.”

É a situação mais comum de todas. Terapia com uma pessoa só continua servindo: quando um muda de posição dentro da relação, a relação inteira se reorganiza.

“Tem filhos no meio e eu não quero destruir a família.”

Filhos aparecem em uma a cada seis conversas. Aqui o trabalho tem dois objetivos ao mesmo tempo: tentar restaurar o casal e, aconteça o que acontecer, proteger a convivência com as crianças.

Nenhuma dessas frases é um fim. Cada uma abre uma conversa diferente — e é isso que a primeira sessão faz: descobrir em qual delas vocês estão de verdade.

Casais que chegaram no limite

Mensagens reais de pessoas atendidas. Alguns restauraram o casamento, outros escolheram sair — e os dois caminhos são resultado.

Depoimento: marido dizia todo dia que ia sair de casa, vida amorosa restaurada
Ele dizia todo dia que ia sair de casa. Começou sozinha.
Depoimento: ciúmes e desconfiança, casamento salvo
Ciúmes e desconfiança. A esposa já tinha decidido separar.
Depoimento: acreditava que a esposa estava traindo
Achava que estava sendo traído. Era distanciamento, não traição.
Depoimento: ciúmes e insegurança, novo momento de vida
A desconfiança acabava com o casamento. Hoje não desconfia mais.
Depoimento: escolheu não continuar, perdoou e se tornou amiga
Escolheu não continuar — e saiu inteira, sem ser julgada.
Depoimento: conseguiu perdoar uma mágoa que há tempos tentava
Não conseguia perdoar. Hoje está melhor do que antes.

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Como posso

te ajudar

Utilizando a Psicologia clínica e fundamentos da psicanálise e análise Junguiana, trabalhamos as raízes do conflito para uma mudança de atitude e fortalecimento do vínculo afetivo.

Sessão única de orientação

Indicada para quem está no meio da crise — alguém acabou de sair de casa ou de falar em separação. Já na primeira sessão identificamos o que quebrou, o que ainda dá para restaurar e quais decisões não devem ser tomadas agora.

Terapia de Casal

Protocolo estruturado com acompanhamento semanal para restaurar o casamento: interromper o ciclo de brigas, nomear o que cada um parou de receber e refazer o acordo da relação. É o caminho de quem decidiu tentar de verdade.

Terapia Individual

Para quem está sozinho nessa — porque o outro não quer vir, ou porque a dúvida ainda é sua. Trabalhamos a clareza para decidir, inclusive sobre continuar ou não, e a reconstrução da autoestima depois de uma separação.

Como se restaura

um casamento no limite

1
Semanas 1 a 4

Suspender a decisão

Primeiro tira-se o casamento da mesa de julgamento: nada definitivo se decide agora. Combinamos regras de convivência — inclusive se já estão em casas separadas — e interrompemos as conversas que sempre terminam do mesmo jeito.

2
Mês 2 ao 4

Entender o que quebrou

Quase nunca é a briga que aparece. É o acúmulo por trás dela: o que cada um parou de receber e deixou de pedir. Enquanto isso não tem nome, qualquer reconciliação dura poucas semanas e volta ao mesmo ponto.

3
Mês 4 ao 8

Restaurar

Aqui se constrói o acordo novo do casal — não o antigo, que já provou que não para de pé. A segurança volta por comportamento previsível repetido, não por promessa. É também quando o carinho e a intimidade costumam voltar.

4
A partir do mês 8

Seguir — juntos ou não

A separação deixa de ser ameaça em toda discussão. A maioria dos casais que chega até aqui segue junto, em uma relação diferente da que tinha. E quem conclui que o melhor é separar, separa com clareza e sem guerra — principalmente quando há filhos.

Duas coisas dizem se dá para restaurar: se ainda existe vínculo por baixo do desgaste — mesmo enterrado em mágoa — e se o que quebrou pode ser nomeado pelos dois. Quando só uma pessoa quer, a terapia continua servindo: o que muda é o objetivo.

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Karinne Bruno, psicóloga especialista em terapia de casal
+ 2.000casais atendidos

Mais de 2.000 casais atendidos em mais de 14 países

Sobre

Karinne Bruno

  • Psicóloga clínica — CRP 20983/11
  • Psicanalista
  • Pós graduada em Sexologia
  • Pós graduada em Neurociências
  • Pós graduada em Neuropsicologia
  • Pós graduada em Psicologia Analítica Junguiana
  • Mediadora de conflitos e conciliadora
  • 5 estrelas no Google
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@psi.karinnebruno

Psicóloga Clínica

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Perguntas frequentes

Dá para fazer terapia de casal se a gente já está separado de casa?

Dá, e é uma das situações mais comuns aqui. Morar em casas diferentes muitas vezes até ajuda no começo: baixa o volume das brigas diárias e permite que a conversa aconteça em um lugar organizado. O que importa não é o endereço, é se as duas pessoas ainda topam sentar e olhar para o que houve.

Meu cônjuge não quer fazer terapia. Adianta eu ir sozinho?

Adianta. Quando uma pessoa muda de posição dentro da relação, a relação inteira se reorganiza — e é comum que a outra entre depois de algumas semanas, ao ver que a terapia não é um tribunal. E, mesmo que não entre, você sai com clareza sobre o que quer e sobre o que consegue sustentar.

Quanto tempo leva para restaurar um casamento?

A crise aguda costuma baixar entre o segundo e o quarto mês. Uma relação de fato refeita leva de seis meses a um ano de trabalho consistente. O que acelera não é a intensidade do esforço de uma pessoa só: é a regularidade das duas.

Já tentamos de tudo. Por que a terapia seria diferente?

Porque “tudo” quase sempre foi tentado dentro do mesmo padrão que criou o problema — conversar mais, insistir mais, ceder mais. A terapia não pede mais esforço: muda a regra da conversa e traz alguém de fora que segura o assunto até o fim, em vez de deixá-lo terminar em briga.

E se a terapia mostrar que é melhor separar?

Também é resultado. Parte dos casais conclui que o melhor caminho é a separação — e sai da terapia com a decisão tomada com clareza, sem culpa e com uma convivência possível. A terapia não existe para manter o casamento a qualquer custo, e sim para que a decisão seja consciente.

Temos filhos. A terapia ajuda mesmo se a gente acabar se separando?

Ajuda, e é justamente aí que ela mais protege as crianças. O que adoece filho não é a separação em si, é o conflito dos pais sem mediação. O trabalho inclui como contar, como dividir a rotina e como parar de usar as crianças como recado entre os adultos.

Como funciona a terapia de casal online?

Por chamada de vídeo, com sessões de cerca de 50 minutos, atendendo o Brasil inteiro e brasileiros no exterior. Na fase de crise o indicado costuma ser semanal. Vocês podem estar na mesma sala ou em lugares diferentes — o que, para quem já não mora junto, resolve o problema.

Antes de tomar

a decisão final

Seja a pessoa que deu o primeiro passo. Me conta em que ponto vocês estão — eu leio e respondo.

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