Psicóloga clínica e psicanalista · CRP 20983/11
Atendo casais em crise há mais de uma década. Traição, distanciamento, brigas que se repetem sem sair do lugar e a decisão mais difícil de todas: reconstruir ou terminar. Atendimento online, para o Brasil inteiro e para brasileiros que moram fora.
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Sou psicóloga clínica e psicanalista, inscrita no Conselho Regional de Psicologia da 11ª Região sob o registro CRP 20983/11. Minha prática é dedicada a um recorte estreito e difícil: o casal em crise.
Comecei como muita gente começa, atendendo demanda geral. Foi atendendo indivíduo atrás de indivíduo que percebi um padrão: uma parte grande do sofrimento que chegava ao consultório não era da pessoa sozinha — era do vínculo em que ela estava. Tratar só um lado era como tratar febre sem procurar a infecção. Foi aí que passei a estudar e atender casal, e nunca mais voltei.
Hoje já são mais de dois mil casais atendidos, em quatorze países. Boa parte são brasileiros que moram fora e não encontram quem os atenda em português, no fuso deles, entendendo o que é discutir casamento longe da família toda.
Não é conselho, não é arbitragem e não é dizer quem está certo.
Essa é a pergunta que quase todo casal traz na primeira sessão, e é a única que eu não respondo. O que eu faço é tirar a decisão do meio da crise. Enquanto os dois estão em pânico, qualquer escolha é reação. O trabalho é devolver clareza suficiente para que a decisão — ficar ou sair — seja tomada por quem vai viver com ela, e não pelo medo.
Quase todo casal chega falando da última briga. A última briga quase nunca é o problema; é o sintoma mais recente de um ciclo que já rodou centenas de vezes. Um persegue, o outro se fecha; um cobra, o outro promete e não cumpre; um explode, o outro cala. Quando o casal enxerga o próprio ciclo funcionando ao vivo, ele começa a perder força — porque deixa de ser a natureza de cada um e vira uma coisa que os dois fazem juntos.
Eu não faço aliança com nenhum dos lados, nem quando um deles tem razão objetiva — inclusive nos casos de traição. Terapeuta que escolhe lado vira mais um juiz na vida de um casal que já está cheio deles. Meu compromisso é com o vínculo e com a verdade do que está acontecendo, mesmo quando essa verdade é que o relacionamento chegou ao fim.
Há situações em que sentar os dois na mesma sala faz mal: violência física em curso, ameaça, controle coercitivo, dependência química ativa sem tratamento. Nesses casos o encaminhamento é individual e protetivo, e eu digo isso na primeira sessão. Casal em risco não é caso de terapia de casal — é caso de segurança primeiro.
É muito comum um querer e o outro não. Dá para começar assim. Quando uma pessoa muda de posição dentro da relação, a relação inteira precisa se reorganizar — e é frequente o outro entrar depois de algumas semanas, por conta própria, porque alguma coisa mudou em casa e ele quer entender o quê.
Online, por chamada de vídeo, em português. Sessões de cerca de 50 minutos. Atendo o Brasil inteiro e brasileiros no exterior, ajustando o horário ao fuso de quem está fora.
Na fase aguda da crise, semanal. Conforme o casal estabiliza, o intervalo abre. Não existe pacote fechado de sessões: o número depende do caso, e eu falo isso abertamente ao longo do processo.
O sigilo é obrigação prevista no Código de Ética Profissional do Psicólogo e vale integralmente no atendimento online. Nada do que é dito em sessão sai da sessão, com as exceções legais que eu explico logo no início.
Pelo WhatsApp. Você conta em poucas linhas o que está acontecendo, eu explico como funciona e a gente marca. Não tem formulário longo nem triagem automatizada antes de você falar comigo.
5,0 no Google
com base em 104 avaliações públicas de pacientes
Conteúdo autoral sobre conflito conjugal, escrito por mim.
As três condições que determinam se um casamento pode ser reconstruído depois de uma traição, as quatro fases da reconstrução da confiança com prazos reais, e quando a terapia de casal não é indicada.
Artigos sobre comunicação, ciúme, apego, distanciamento emocional, narcisismo e reconstrução de vínculo.
Programa em grupo para casais, alternativa de custo menor à terapia individualizada.
Supervisão individual para psicólogos que atendem casais. Ciclo de três meses.
Atendo os dois. Boa parte dos meus pacientes individuais está ali por causa de um relacionamento — quem quer terapia de casal e não conseguiu trazer o parceiro, quem está decidindo se sai, quem terminou e não consegue sair do lugar. O recorte continua sendo o vínculo.
Para casal, funciona — e em alguns pontos ajuda. O atendimento online é regulamentado pelo Conselho Federal de Psicologia e tem a mesma exigência ética da consulta presencial. Na prática, para casal, ele resolve dois problemas grandes: o casal não precisa combinar deslocamento (o que já era motivo de briga em muitos casos), e casais que moram em cidades ou países diferentes conseguem sessão junto.
Depende do caso, e eu desconfio de quem promete número antes de conhecer o casal. O que posso dizer por experiência: casal em crise aguda costuma sentir diferença no clima de casa entre a quarta e a oitava sessão. Reconstrução de confiança depois de traição é mais longa — de seis meses a dois anos para a maioria.
Sim, e é uma parte grande do consultório. Já atendi casais em quatorze países. O atendimento é em português e o horário é ajustado ao fuso de quem está fora.
Começa com quem quer. Isso não é plano B: mudar a posição de uma pessoa dentro do relacionamento já muda o sistema inteiro, e é comum o outro entrar depois. O que não funciona é arrastar alguém para a sessão para ser corrigido — isso costuma acabar na primeira sessão.
Pelo Cadastro Nacional de Psicólogos, no site do Conselho Federal de Psicologia, buscando pelo registro CRP 20983/11. Vale a pena conferir o registro de qualquer psicólogo antes de começar — inclusive o meu.
Me conta em poucas linhas o que está acontecendo no seu relacionamento. Eu respondo explicando como funciona e a gente vê se faz sentido começar.
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