Terapia de Casal para
Voltar a Conversar

Quando falar virou briga — ou virou silêncio

Casal que não conversa não parou de se comunicar: passou a se comunicar por indireta, por porta batida, por silêncio. A terapia devolve o assunto ao lugar onde ele pode ser resolvido — a conversa entre os dois — e ensina a chegar ao fim dela sem que vire discussão.

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é provável que seja uma destas

São as formas mais comuns de descrever isso em quem procura terapia. Não é preciso saber de quem é a culpa para começar — quase nunca é de um lado só.

“A gente não conversa mais, só troca informação.”

Conta e boleto, escola das crianças, o que falta no mercado. A conversa não acabou: ela encolheu até caber no que não dói. É o estágio em que a relação ainda funciona por fora e já parou por dentro — e é o mais fácil de reverter, justamente porque não há briga aberta.

“Toda conversa importante termina em discussão.”

Não é falta de amor nem excesso de estresse. É que o assunto entra sempre pelo mesmo lugar, e os dois já sabem como termina antes de começar. Muda-se a entrada, muda-se o fim: existe método para isso, e é treinável.

“Eu falo, falo, e sinto que não sou escutado.”

Escutar não é ficar calado enquanto o outro fala. Quem se sente não escutado costuma repetir mais alto, e quem ouve repetição alta se fecha mais — o esforço de um alimenta o recuo do outro. Quebrar esse par é uma das primeiras coisas que se faz em sessão.

“Quando eu levanto o assunto, o outro se fecha.”

O silêncio quase nunca é indiferença. Costuma ser a única saída que a pessoa encontrou para não piorar as coisas — e é lido do outro lado exatamente como o contrário. Enquanto essa leitura não se desfaz, os dois seguem certos e sozinhos.

Casais que voltaram a se falar

Mensagens reais de pessoas atendidas. Algumas chegaram no silêncio, outras na briga diária — e nem todas começaram com os dois querendo.

Depoimento: acreditava que a esposa estava traindo
Achava que estava sendo traído. Era distanciamento, não traição.
Depoimento: marido dizia todo dia que ia sair de casa, vida amorosa restaurada
Ele dizia todo dia que ia sair de casa. Começou sozinha.
Depoimento: ciúmes e insegurança, novo momento de vida
A desconfiança acabava com o casamento. Hoje não desconfia mais.
Depoimento: ciúmes e desconfiança, casamento salvo
Ciúmes e desconfiança. A esposa já tinha decidido separar.
Depoimento: conseguiu perdoar uma traição que há tempos tentava
Foi traída e não conseguia perdoar. Hoje está melhor do que antes.
Depoimento: escolheu não continuar depois da traição, perdoou e se tornou amiga
Escolheu não continuar — e saiu inteira, sem ser julgada.

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Como posso

te ajudar

Utilizando a Psicologia clínica e fundamentos da psicanálise e análise Junguiana, trabalhamos as raízes do conflito para uma mudança de atitude e fortalecimento do vínculo afetivo.

Sessão única de orientação

Para quem já não sabe se o problema é o assunto ou o jeito de falar dele. Em uma sessão dá para separar o que é desentendimento pontual, o que é mágoa acumulada pedindo passagem e o que é uma diferença que precisa de acordo, não de convencimento.

Terapia de Casal

Acompanhamento semanal para tirar as conversas difíceis do improviso: hora, formato e regra combinados entre os dois. É o que faz o assunto chegar ao fim em vez de recomeçar amanhã no mesmo ponto.

Terapia Individual

Indicada quando a dificuldade de falar vem de antes desta relação, ou quando só uma pessoa quer começar. Trabalha o que trava na hora de dizer e o que dispara na hora de ouvir — sem depender de o outro mudar primeiro.

Como o diálogo

volta

Não é aprender a falar bonito. É desmontar o circuito que faz duas pessoas que se gostam terminarem a conversa piores do que começaram.

Primeiro, separar assunto de acúmulo

Quase nenhuma briga é sobre o que está sendo dito. A louça é a louça e é também os três meses em que ninguém falou nada. Enquanto os dois vêm juntos, o assunto não fecha — porque não era ele que estava aberto.

Depois, achar o ponto em que trava

Toda relação tem um trecho fixo da discussão onde ela sempre desanda: a interrupção, a ironia, a frase que generaliza, o levantar e sair. Identificado esse ponto, ele deixa de ser personalidade e vira algo que dá para interromper na hora.

Depois, combinar o formato

Assunto difícil não sobrevive a horário ruim. Definir quando, por quanto tempo e com qual regra parece burocrático e é o que mais muda o resultado — porque tira a conversa do momento de maior cansaço dos dois.

Por fim, treinar a escuta

Escutar é conseguir repetir o que o outro disse de um jeito que ele confirme. Parece simples e quase ninguém faz sob tensão. É treino, e é o que faz a pessoa parar de repetir — porque ela finalmente foi ouvida.

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Karinne Bruno, psicóloga especialista em terapia de casal
+ 2.000casais atendidos

Mais de 2.000 casais atendidos em mais de 14 países

Sobre

Karinne Bruno

  • Psicóloga clínica — CRP 20983/11
  • Psicanalista
  • Pós graduada em Sexologia
  • Pós graduada em Neurociências
  • Pós graduada em Neuropsicologia
  • Pós graduada em Psicologia Analítica Junguiana
  • Mediadora de conflitos e conciliadora
  • 5 estrelas no Google
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@psi.karinnebruno

Psicóloga Clínica

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Perguntas frequentes

A gente parou de conversar. Ainda dá para voltar?

Dá, e costuma ser mais rápido do que quando existe briga aberta. Silêncio prolongado é evitação: os dois pararam de tocar no assunto para não piorar. Quando existe um lugar seguro para o assunto voltar, ele volta — o que estava faltando era o lugar, não a vontade.

Por que toda conversa nossa vira discussão?

Normalmente porque ela começa no meio. Quando um assunto foi adiado muitas vezes, ele volta carregado de tudo que não foi dito antes, e o outro responde ao volume, não ao conteúdo. Recomeçar do início, com um assunto por vez, muda o desfecho mais do que qualquer técnica de comunicação.

E se o outro simplesmente não fala?

Silêncio raramente é desinteresse — é proteção. Quem se cala costuma ter aprendido que falar piora. O trabalho não é forçar a pessoa a falar, é reduzir o custo de falar. Quando esse custo cai, a fala aparece sozinha.

Dá para fazer se só eu quiser?

Dá. Uma relação é um sistema de duas pessoas: quando uma muda de posição, a outra deixa de conseguir repetir a resposta antiga. É comum a segunda entrar depois de algumas semanas, já vendo diferença em casa.

Terapia não vai me obrigar a expor coisas que eu não quero?

Não. Ninguém é obrigado a contar nada, e nada do que é dito em sessão é levado para fora dela. O sigilo profissional é regra do Conselho Federal de Psicologia, não uma cortesia.

Falar tudo o que sinto na hora não seria mais honesto?

Honesto sim, útil quase nunca. Dizer no auge é o que garante que o conteúdo não chegue: o outro escuta o tom e responde ao tom. Guardar para o momento combinado não é falsidade, é a diferença entre desabafar e ser ouvido.

E se o problema for a rotina, e não a gente?

Rotina é onde o problema aparece, dificilmente é a causa. Casais com a mesma agenda cheia chegam a lugares muito diferentes. O que separa é o que acontece nos poucos minutos em que eles se falam — e esses minutos dão para redesenhar.

Como funciona a terapia de casal online?

Por chamada de vídeo, com sessões de cerca de 50 minutos, atendendo o Brasil inteiro e brasileiros no exterior. Na fase de crise o indicado costuma ser semanal. Vocês podem estar na mesma sala ou em lugares diferentes.

Cansados de terminar

a conversa piores?

Seja a pessoa que deu o primeiro passo. Me conta em que ponto vocês estão — eu leio e respondo.

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